ATAS DO V ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS
 

SESSÃO DE COMUNICAÇÕES ORAIS

ÁREA TEMÁTICA: FILOSOFIA, HISTÓRIA E SOCIOLOGIA DA CIÊNCIA NO ENSINO DE CIÊNCIAS

 

 

A ATUALIDADE DA PROPOSTA DE BACON PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS
Laila Daniela dos Santos e Fabio Wellington Orlando da Silva
fabiow@des.cefetmg.br

Bacon contribuiu para a criação da ciência moderna e para a reforma educacional. Ele propôs uma universidade em que se priorizava a criação, a reflexão, a associação teórico-prática e a construção coletiva do conhecimento, ou seja, o fazer e o refletir sobre o próprio fazer. Os objetivos traçados por Bacon no século XVI permanecem atuais e inspiram o ensino de Ciências. O objetivo deste trabalho é estudar as sugestões de Bacon para o ensino de Ciências e analisar sua relevância na atualidade, diante das novas tecnologias de ensino. Os textos de Bacon preconizavam a dúvida sistemática, a participação ativa do discente no processo ensino-aprendizagem, a visualização das salas de aula como laboratórios, a consciência da necessária reconstrução da Ciência e o abandono da vaidade individual em favor do crescimento científico. Esses conceitos encontram-se em propostas recentes para a renovação do ensino, como a metodologia de projetos.

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A CONCEPÇÃO DE NEUTRALIDADE E OBJETIVIDADE DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS: ARGUMENTOS PARA A INSERÇÃO DA HISTÓRIA E SOCIOLOGIA DA CIÊNCIA NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO
Célia Margutti do Amaral Gurgel e Gláucia Elaine Mariano
cagurgel@unimep.br

Este trabalho tem como interesse problematizar algumas respostas apresentadas por 67 futuros professores de Ciências/Química e Biologia sobre a neutralidade e objetividade da Ciência e Tecnologia. A análise centrou-se apenas nas respostas não desejáveis e ou indiferentes à resposta desejável, já que o critério era que os sujeitos do estudo indicassem se concordavam, discordavam e ou eram indiferentes ao que estava sendo indagado. Foram constatadas visões distorcidas e dilemas persistentes sobre estas indagações, na medida que, dentre as respostas, 24% dos respondentes entenderam que os melhores cientistas são os que seguem com precisão as etapas do método científico em suas investigações e 13% ficaram indiferentes à pergunta formulada; 72% consideram que a solução dos problemas sociais estão baseados em critérios científicos e tecnológicos e 4% ficaram indiferentes à questão. O objetivo do trabalho é argumentar como a História e a Sociologia da Ciência podem ser relevantes para uma educação CTS.

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A FÍSICA QUÂNTICA COMO UMA TRADIÇÃO DE PESQUISA: UMA ANÁLISE A PARTIR DA EPISTEMOLOGIA DE LARRY LAUDAN
Fernanda Ostermann e Sandra Denise Prado
fernanda@if.ufrgs.br

Neste trabalho apresentamos os conceitos centrais da epistemologia de Larry Laudan e analisamos a Física Quântica como um exemplo de tradição de pesquisa – unidade de análise proposta por sua metodologia. Apesar de representar uma visão de ciência bastante frutífera nesse início de século, as idéias de Laudan ainda têm pouco impacto na pesquisa em ensino de Física. A contribuição deste artigo também se constitui na exploração de um exemplo de uma tradição na Física pouco aprofundada em sua obra, mas de grande apelo didático em disciplinas de História e Epistemologia da Física dos cursos de formação de professores.

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A HISTÓRIA DA CIÊNCIA PRESENTE NOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS
Cristhiane Cunha Flôr e Suzani Cassiani de Souza
cristhianeflor@yahoo.com.br

Atualmente, na área de pesquisa em ensino de ciências, a história da ciência tem despontado como uma possibilidade de trazer contribuições para tornar o ensino mais crítico e menos fragmentado. Dentro de uma visão de que a linguagem não é transparente e que os sentidos atribuídos a determinado termo podem sofrer deslizamentos, sendo sempre passíveis de tornar-se outros, no presente trabalho busco identificar os possíveis sentidos que os professores de ciências podem atribuir à história da ciência a partir da leitura dos Parâmetros Curriculares Nacionais. Nas referências bibliográficas do documento procurei algumas das relacionadas à história da ciência para identificar sua influência no corpo do texto. Assim, no decorrer deste estudo vou promovendo uma conversa entre os Parâmetros e suas próprias referências bibliográficas, utilizando também referenciais vindos da pesquisa em ensino de ciências e da análise do discurso, buscando a história da ciência nos PCN’s.

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A VISÃO DE CIÊNCIA NA PROPOSTA CURRICULAR DE SANTA CATARINA
João Henrique Ávila de Barros
jonk@uol.com.br

Nesse trabalho é analisada a Proposta Curricular de Santa Catarina buscando caracterizar a visão de ciência que apresenta e se essa visão contempla as contribuições que a epistemologia tem oferecido ao ensino de ciências no sentido de superar uma visão estritamente empirista/indutivista. São estabelecidas relações entre os elementos que caracterizam a visão de ciência na proposta que se fundamenta no materialismo-histórico e as considerações de alguns epistemólogos. São encontrados elementos indicativos tanto de uma visão empirista/indutivista quanto elementos que sugerem sua superação tanto em uma tendência “positivista” quanto em outras. Aponta-se a importância de que as propostas curriculares contenham uma breve apresentação da sua fundamentação epistemológica. Palavras-chave: Epistemologia, Proposta Curricular de Santa Catarina.

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ABORDAGEM CONSTRUTIVISTA NO ENSINO DE CIÊNCIAS E O REALISMO ONTOLÓGICO DE MARIO BUNGE
Murilo Westphal; Thais Cristine Pinheiro
murilow@celesc.com.br

As pesquisas na área de ensino de Ciências têm apontado a substituição da abordagem tradicional pela construtivista como uma forma de superar o desinteresse e as dificuldades apresentados pelos alunos nestas aulas. Entretanto esta metodologia, quando analisada a fundo, revela graves inconsistências de ordem filosófica, especialmente quando diz respeito ao ensino das Ciências já consolidadas, com um objeto bem estabelecido. Discorrendo sobre estas inconsistências, apresenta-se um paralelo com a posição filosófica de Mario Bunge, atribuindo ao conhecimento paradigmaticamente aceito o status de ontológico e, assim, realista, enquanto ao conhecimento construído pelo aluno atribui-se um caráter epistemológico e, de acordo com Bunge, construtivista. Este paralelo entre a prática pedagógica construtivista e a visão realista de Mario Bunge pode ser um importante aliado que, além de esclarecer esta relação naturalmente conflituosa, fornece parâmetros claros de valorização do conhecimento paradigmaticamente aceito pelas comunidades científicas, e, por isso, essenciais ao aluno.

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APROXIMAÇÕES ENTRE O SENTIDO HISTÓRICO DE “PROGRESSO” NA EVOLUÇÃO BIOLÓGICA E CONCEPÇÕES APRESENTADAS POR PROFESSORES DE BIOLOGIA
Fernanda Aparecida Meglhioratti, Jehud Bortolozzi e Ana Maria de Andrade Caldeira
fglio@fc.unesp.br

A Biologia é composta de um campo diversificado de conhecimentos, no entanto, apresenta eixos que lhe oferecem sustentação e contextualização, tais como a evolução e a construção histórica da Biologia. A contextualização histórica permite compreender as interfaces das diferentes áreas inseridas dentro da Biologia, a coerência interna dos conceitos elaborados e a influência de fatores externos (entre eles, econômico, político, cultural e social) no desenvolvimento da ciência. Tendo em vista a importância tanto do conceito de Evolução Biológica como de seus aspectos históricos, objetivamos: (1) compreender aspectos históricos do conceito de evolução biológica e sua relação com a visão de “progresso”; e (2) analisar concepções de professores de Biologia que apresentam componentes progressivos associados ao conceito de Evolução.

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AS PESQUISAS EM HISTÓRIA DAS DISCIPLINAS ESCOLARES PODEM PROBLEMATIZAR A HISTÓRIA HEGEMÔNICA DO ENSINO DE CIÊNCIAS BRASILEIRO: O QUE HAVIA ANTES DO SPUTNIK?
Joanez Aparecida Aires e Edel Ern
joanez@icablenet.com.br

Estudos têm demonstrado que a história do Ensino de Ciências brasileiro tem sido pouco explorada nas teses e dissertações. Os poucos trabalhos que se reportam ao aspecto histórico, em geral, utilizam como referência alguns trabalhos que se tornaram paradigmáticos, os quais têm uma descrição hegemônica do período anterior à década de cinqüenta, sem que sejam empreendidas novas pesquisas empíricas referentes aquele período. O objetivo neste artigo será o de problematizar essa descrição, pois estaremos argumentando que, a partir de uma pesquisa sobre a história da disciplina escolar química em uma instituição de ensino secundário de Santa Catarina, verificou-se que em alguns colégios jesuítas do sul do Brasil, o ensino de ciências apresentava características diferentes daquelas descritas na maioria das pesquisas que se reportam à primeira metade do século XX.

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AUTO-EDUCAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS POR MEIO DE DEBATES E REFLEXÕES EM UM GRUPO DE PESQUISA
Regina Maria Rabello Borges (Coord); Ádria Stefani; Ana Lúcia Imhoff; Berenice Álvares Rosito; Lia Bárbara Marques Wilges; Luiza Ester Camargo; Ronaldo Mancuso; Roque Moraes; Valderez Marina do Rosário Lima; Vicente Hillebrand
rborges@pucrs.br

Este estudo abrange um processo de reflexão auto-avaliativa e crítica envolvendo concepções sobre a natureza do conhecimento científico e a educação em Ciências, num grupo de pesquisa constituído por professores, mestrandos em Educação em Ciências e Matemática e licenciandos. O grupo desenvolveu duas pesquisas que, depois de concluídas, provocaram o questionamento sobre o que ficou para cada um dos participantes, buscando identificar as concepções explicitadas pela própria atuação docente ao longo do tempo. Seguiram-se entrevistas coletivas e depoimentos escritos, submetidos a uma análise textual discursiva, resultando em três categorias: vivências prévias em cursos de pós-graduação, com reflexos em sua prática pedagógica; debate epistemológico e pedagógico relacionado à educação em Ciências; significados da participação no grupo de pesquisa. Tais categorias foram descritas, fundamentadas e interpretadas, inserindo-se a pesquisa como parte do processo de auto-educação continuada dos professores participantes do grupo.

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CIÊNCIA E CRENÇAS RELIGIOSAS: DESAFIOS DA FORMAÇÃO CIENTÍFICA
Alessandra Guida dos Santos e Eliane Brígida Morais Falcão
elianebrigida@uol.com.br

Pesquisa, realizada com alunos do ensino médio, mostra a dinâmica de aceitação e rejeição de conceitos científicos que competem com aqueles oferecidos pela religião. Alguns desses conceitos foram investigados. A metodologia utilizada foi estudo de caso, baseado na estratégia proposta por Lefèvre (2003) de análise do Discurso do Sujeito Coletivo. Os resultados parciais mostraram que a crença em Deus é alta entre os estudantes que, em geral, aceitam a idéia de evolução, porém, sob o comando de Deus e que a intervenção divina é responsável pela criação dos seres vivos. As conclusões relacionam estes resultados com lacunas no trabalho docente de compreensão e interação com a cultura que cerca os estudantes, e também com a necessidade de se trabalhar aspectos da sociologia e da historia da ciência, que permitam elaborar com os estudantes os distintos espaços da ciência e da religião.

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CLAUDE-HENRY GORCEIX E O ENSINO DA MINERALOGIA NO BRASIL NO CRESPÚSCULO DO IMPÉRIO
Messias Gilmar de Menezes e Pedro Wagner Gonçalves
messias@ige.unicamp.br

No século XIX educação foi concebida pela elite brasileira como meio eficaz de transformar política e economicamente o país, tirando-o do atraso em que se encontrava, igualando-o às nações desenvolvidas. Em virtude disso, a Escola de Minas de Ouro Preto foi criada por Claude-Henry Gorceix (1842-1916), em 1875. Ele aproveitou sua experiência para formular diretrizes de ensino e ciência para a Escola. O ensino de Mineralogia, nos primeiros momentos da Escola, reflete as finalidades de seu processo educativo: formar um profissional para o serviço geológico. Este trabalho apresenta o ensino de Geologia e Mineralogia porque foi relevante nos primeiros tempos da Escola. Gorceix valorizou viagens de campo, ensino experimental, prático e aplicado. A exploração mineral foi reconhecida como atividade importante para o ensino. Os alunos tornaram-se capazes de reconhecer depósitos minerais, aperfeiçoar a mineração e a siderurgia.

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CONSTRUÇÃO SOCIAL DE UMA QUÍMICA ESCOLAR: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA DAS DISCIPLINAS NO BRASIL.
Rita de Cássia de Almeida Costa; Sidnei Quezada Meireles Leite; Ana Waleska Pollo Campos Mendonça
rcacosta@globo.com

No presente estudo, objetivou-se recuperar o processo de construção da disciplina Química em uma escola de nível médio profissionalizante que, por sua própria especificidade, tem por finalidade formar e profissionalizar. Partindo da reconstituição dos currículos formais da escola, desde a sua criação, com a organização do ensino industrial no país, em 1942, até o início dos anos sessenta, quando o referido processo se consolidou, buscou-se compreender a dinâmica social envolvida na construção de uma química escolar, inserida nessa dupla missão institucional. Com base no princípio de articulação das instâncias macro e micro da Educação, analisou-se a disciplina escolar a partir das contribuições de André Chervel e Ivor Goodson. A partir do estudo, concluiu-se que a construção da referida disciplina acompanhou o próprio processo de institucionalização da escola, evidenciando que as disciplinas escolares respondem a objetivos sociais da educação, não devendo ser tratadas como uma “tradução” das ciências de referência.

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CONTROVÉRSIAS SOBRE O CONCEITO DE GENE E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE GENÉTICA
Charbel Niño El-Hani
charbel295@yahoo.com.br

Desafios ao conceito de gene têm mostrado a dificuldade de manter o conceito molecular clássico, em que um gene é entendido como um segmento de DNA que codifica um produto funcional (polipeptídeo ou RNA). As principais dificuldades estão relacionadas à superposição da idéia mendeliana do gene como ‘unidade’: a interpretação de genes como unidades estruturais e/ou funcionais no genoma é desafiada por evidências mostrando a complexidade e diversidade da organização genômica. A idéia de unidade pode ser eliminada, tratando-se genes como conjuntos de domínios (éxons, íntrons, promotores etc.) no DNA. Pode-se ainda demarcar diferentes conceitos de gene, aplicáveis em diferentes campos do conhecimento. Mesmo com a crise do conceito de gene, ainda predomina no ensino de biologia o conceito molecular clássico. Este artigo busca contribuir para uma abordagem mais crítica do conceito de gene no ensino de biologia.

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DIFERENÇAS RACIAIS: O QUE DIZ A BIOLOGIA, O QUE PENSAM OS ALUNOS.
Eduardo Paiva de Pontes Vieira; Silvia Nogueira Chaves
epontesvieira@yahoo.com.br

Neste trabalho discutimos as diferentes concepções raciais presentes em depoimentos orais e escritos de alunos do Ensino Médio de uma escola de Belém durante uma aula de biologia. Nossa motivação em abordar tal temática reside no entendimento de que os sujeitos envolvidos no processo de ensino de ciências (alunos e professores) trazem suas próprias concepções de raça alicerçadas em múltiplas histórias. Os conflitos vivenciados pelos alunos no tocante a essas concepções sugerem que os espaços para debate devem ser ampliados, especialmente no âmbito escolar. As aulas de biologia podem mostrar-se como momentos privilegiados para a abordagem de temáticas humanísticas que auxiliam na construção de novas formas de conceber as diferenças e semelhanças entre as pessoas. Palavras-chave: Raça; racismo; biologia; ensino médio; cotas.

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EL MODELO ATÓMICO DE E. RUTHERFORD. DEL SABER SABIO AL SABER ESCOLAR PRESENTADO EN LOS LIBROS DE TEXTO.
CUÉLLAR, LUIGI , PÉREZ MIRANDA, ROYMAN y QUINTANILLA, MARIO .
lhcuella@puc.cl

En esta investigación se presentan aspectos relacionados con la transposición didáctica del modelo atómico de Ernest Rutherford y el análisis de la confiabilidad de los libros de texto más utilizados por profesores de química en ejercicio de algunos colegios de Bogotá, en educación Media, lo mismo que de las Facultades de Formación de Licenciados en Química de las Universidades Pedagógica Nacional y Distrital de Bogotá, desde un análisis histórico-epistemológico. A partir del estudio de los documentos originales se establecieron diez criterios de análisis, clasificados en cinco categorías, los cuales fueron validados por especialistas y fueron la base para determinar la relación existente entre lo que propuso Ernest Rutherford en relación con la estructura del átomo y lo que se socializa en el sistema educativo colombiano, a través de los libros de texto.

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ENSINO DA GENÉTICA CONTEMPORÂNEA: CONTRIBUIÇÕES DA EPISTEMOLOGIA DE FLECK
Neusa Maria John Scheid; Nadir Ferrari; Demétrio Delizoicov
scheidade@terra.com.br

No trabalho apresenta-se um instrumento elaborado com o objetivo de identificar as concepções que estudantes de Ciências Biológicas possuem sobre a natureza da ciência. Tem-se como pressuposto que a concepção de ciência do professor tem repercussões na forma de ensinar temas contemporâneos polêmicos como os relacionados à Genética Molecular. A partir da perspectiva epistemológica de Fleck, estruturou-se a produção dos materiais para avaliar as concepções sobre a natureza da ciência desses futuros professores e verificar o conhecimento que possuem da história da Genética, bem como a importância que atribuem às suas aplicações tecnológicas e às implicações éticas do uso das novas biotecnologias. Foram elaboradas situações que nortearam o questionário e as entrevistas semi-estruturadas realizadas com os estudantes. Os resultados indicaram que, para que se proporcione uma educação científica atenta às exigências decorrentes do estado atual do conhecimento científico e suas aplicações tecnológicas, torna-se imprescindível uma formação epistemológica do professor.

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HISTÓRIA E FILOSOFIA DA CIÊNCIA NO ENSINO: O QUE PENSAM OS LICENCIANDOS EM FÍSICA DA UFRN
André Ferrer Pinto Martins
aferrer34@yahoo.com.br

Este trabalho faz parte de um projeto mais amplo, que tenciona propor formas de intervenção pedagógica que contemplem a inserção de elementos da História e da Filosofia da Ciência nas salas de aula do ensino médio. Aqui, relataremos os resultados da primeira etapa desse projeto: um estudo de natureza diagnóstica, realizado com estudantes do curso de Licenciatura em Física da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, que procurou investigar a visão desses sujeitos acerca do uso da História e da Filosofia da Ciência para fins didáticos. Um questionário a esse respeito foi aplicado a 53 sujeitos. Os resultados indicam que a produção de material didático de qualidade é apenas um dos aspectos a serem considerados dentro dessa perspectiva, havendo a necessidade de um trabalho em diversas outras frentes que envolvem a formação de professores de ciências, em geral, e de Física, em particular.

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IDENTIFICANDO O OBSTÁCULO CULTURAL EM AULAS DE FÍSICA DO ENSINO MÉDIO
Estevam Rouxinol dos Santos Neto; Maurício Pietrocola
estevam@if.usp.br

No ensino de física, a abordagem de seus conceitos se vincula fortemente aos aspectos mais universais da atividade científica. Países em desenvolvimento, geralmente com pouca tradição em pesquisas científicas, não aparecem como atores na história universal das ciências no que se refere às questões de ensino. Isso dificulta que os alunos percebam a física nacional como parte integrante da cultura da nação, bem como poderá transmitir a idéia de que toda a física, enquanto importante área de pesquisas científicas, só é possível de ser produzida e elaborada apenas em países ricos e desenvolvidos, cabendo aos países periféricos como o Brasil apenas importá-las e consumi-las. Tal fato, tratamos como um obstáculo cultural presente no ensino da física.

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LEY PERIÓDICA. UNA REFLEXIÓN DIDÁCTICA DESDE LA HISTORIA DE LAS CIENCIAS
Camacho González, Johanna Patricia y Gallego Badillo, Rómulo
Johanna_camacho5@hotmail.com

En este resumen de ponencia, se presenta la reflexión preliminar que se ha hecho acerca de la didáctica de la Ley Periódica desde la historia de las ciencias. Se parte de asumir el conocimiento como una actividad humana que se construye, se evalúa, se aplica y se difunde. De tal manera, es necesario reconocer la importancia de la historia de las ciencias en la enseñanza de las ciencias y especialmente de la química, para comprenderla y valorarla. La Ley Periódica se hace objeto de reflexión, debido a la importancia que aún tiene como objeto de estudio y de enseñanza. Por lo tanto, se propone analizar la construcción histórico epistemológica en el desarrollo de la química como una ciencia experimental y como una disciplina científica que se lleva al aula de clase. Palabras-clave: Didáctica de las ciencias, Historia de las ciencias, Ley Periódica. Abstract This summary presents the preliminary reflection which has been done about didactic of the Periodic Law since sciences history. It takes the knowledge like a human’s activity that is built, evaluated, applied and diffused. Therefore, it is necessary to recognize the importance of sciences history in teaching and especially in the chemistry for understanding and evaluating it. The periodic Law becomes a reflection object because of the importance it has as an issue of studying and teaching. Thus, this work attempts to analyse the historical and epistemological construction in the development of Chemistry as an experimental science on the one hand, and as a scientific discipline in the classroom, on the other hand, but taking into consideration the importance of Chemistry books, and under the perspective of sciences history. Keywords: Didactic of sciences, History of sciences, Periodic Law.

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O ARRASTAMENTO PARCIAL DO ÉTER DE FRESNEL COMO EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA
Thaís Cyrino de Mello Forato e Maurício Pietrocola
thaiscmf@usp.br

Um debate filosófico que se intensificou no início do século XX questionaou a capacidade da ciência de fornecer explicações. Desde então, filósofos da ciência, cientistas e educadores têm debatido o tema. Algumas propostas recentes se configuram em torno da modelização de teorias como recurso explicativo utilizado pela ciência, mas o sucesso de uma explicação parece estar vinculado à sua capacidade de satisfazer o interlocutor. Auxiliando na tarefa de fornecer uma explicação, recursos como episódios da história da ciência e a introdução de entes inobserváveis para a construção de teorias e modelos têm se mostrado eficientes.Neste trabalho pretendemos apresentar como o arrastamento do éter na teoria de Fresnel pôde constituir uma explicação cinetífica.

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O CONCEITO DE CALOR NOS LIVROS DIDÁTICOS DE FÍSICA
Marcus Vinicius Pereira e Tereza Levy Cardoso
marvin@marcusvinicius.com

As pesquisas da área de ensino de Ciências não apresentam consenso quanto à importância da utilização da história da ciência no processo educacional. Considera-se necessária, no entanto, a apresentação da evolução histórica de conceitos relacionados à física térmica para que os estudantes não tenham uma visão de ciência como verdade fechada em si mesma e imutável e irrefutável. Os livros didáticos da área de Ciências ao utilizarem uma linguagem atemporal sempre no presente do indicativo mantêm, em sua maioria, a mesma estrutura programática e teórico-metodológica com os mesmos conhecimentos científicos dos anos 60/70. A análise da apresentação dos conceitos relacionados à física térmica nos livros didáticos de Física do Ensino Médio mostra que a maioria não apresenta uma considerável abordagem histórica acerca do tema, sendo trabalhada ao longo da unidade à medida que apresenta os conteúdos; como introdução da unidade ou do capítulo; ou como leitura ao final.

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O CONCEITO DE CAMPO: POLISSEMIA NOS MANUAIS, SIGNIFICADOS NA FÍSICA DO PASSADO E DA ATUALIDADE
Sonia Krapas e Marcos Corrêa da Silva
sonia@if.uff.br

Este trabalho tem por objetivo evidenciar o caráter polissêmico do conceito de campo em livros didáticos; mostrar que a polissemia desse conceito tem raízes nos significados atribuídos tanto no passado como na atualidade; discutir as limitações de se introduzir a história da ciência e elementos da física contemporânea no ensino de física. Foram analisados três manuais do ensino médio, sendo que alguns livros do ensino superior e antigos manuais foram usados como contraponto. Da análise destacamos atribuições de significado para o termo campo: definições explícitas; campo armazena energia; campo é alteração do espaço; campo interage com partículas e media a interação entre partículas. Coloca-se em discussão as demandas de se introduzir a história da ciência e a física contemporânea no ensino introdutório de física frente a perspectiva da transposição didática de Chevallard.

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O ENSINO DE FÍSICA MODERNA NA ESCOLA MÉDIA: OS MODELOS E O REALISMO CIENTÍFICO NA SALA DE AULA
Guilherme Brockington e Maurício Pietrocola
mercer112@hotmail.com

Este trabalho pretende levantar uma discussão acerca da necessidade de ensinar tópicos de Física Moderna no Ensino Médio considerando seus aspectos filosóficos e epistemológicos. Brevemente, apresentamos a importância da modelagem na sala de aula e relatamos a aplicação de uma atividade que iniciou uma discussão acerca da ontologia dos objetos criados pela Física. Por ter poucas relações com a realidade experimentada, os temas de Física Moderna correm um sério risco de serem descartados pelos alunos. Procuramos mostrar que tais discussões parecem possuir um poder de sensibilizar os alunos de maneira que eles se esforcem em aprender a estranha natureza das coisas imposta pela Física Moderna. Levantamos a necessidade de se discutir aspectos da natureza ontológica dos objetos quânticos, de modo que uma sensação de realidade deva estar presente ao se ensinar estes saberes, para que não se corra o risco de torná-los inexpressivos.

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O ESTUDO DE CASOS HISTÓRICOS COMO ESTRATÉGIA DE ARTICULAÇÃO DA DIMENSÃO CULTURAL DA CIÊNCIA NA SALA DE AULA
Sebastião I. C. Portela e Cássio Costa Laranjeiras
profsebastiao@yahoo.com.br

O papel desempenhado pela História da Ciência no ensino de ciências tem sido objeto de inúmeras discussões. Ainda que não representem consensos elas têm fornecido elementos que vem norteando a utilização da história da ciência no ensino. O objetivo deste trabalho é trazer a baila esta discussão, assumindo um posicionamento acerca do papel da história da ciência no ensino de ciências, considerando a sua função constituinte do conhecimento científico e, portanto, necessária à formação de uma cultura científica, preconizada como essencial na formação básica do cidadão. Nesta direção, propomos uma estratégia didático-pedagógica baseada no uso de casos históricos, onde o ensino de ciências deve contemplar explicitamente, além de aspectos conceituais, aqueles referentes à natureza da ciência, rompendo dessa forma a perspectiva caricatural e, portanto, deformada, de um ensino de ciências baseado na mera transmissão do produto desse conhecimento. O estudo de casos históricos surge aqui como uma proposta de estratégia de articulação da dimensão cultural da ciência na sala de aula.

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O LIVRO-TEXTO DE QUÍMICA NO ENSINO MÉDIO E A VISÃO HISTÓRICA DO CONCEITO DE NÚMEROS QUÂNTICOS
Marcelo Maia Cirino & Aguinaldo Robinson de Souza
mmcirino@uol.com.br

Este artigo relata uma pequena investigação a respeito da evolução histórica do conceito de números quânticos, dentro da abordagem didática de um livro texto de Química utilizado no Ensino Médio. O objetivo do estudo é mostrar a maneira como esse livro apresenta a história e o desenvolvimento do conceito e situá-los num contexto relacionado ao uso da História e Filosofia da Ciência no ensino de Química. O capítulo investigado especificamente mostra um conteúdo bastante relacionado com o que chamamos de “Tópicos da Química Atual” (os números quânticos). O livro escolhido para esse levantamento foi “Química, Realidade e Contexto”, volume um, de Antônio Lembo, livro esse bastante utilizado pelos estudantes de Ensino Médio no estado de São Paulo, tanto na rede oficial de ensino como na escola particular (Secretaria de Estado da Educação, 2005).

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O PAPEL DOS MODELOS NO ENTENDIMENTO DOS ALUNOS.
Ivã Gurgel, Maurício Pietrocola
gurgel@fe.usp.br

Este trabalho tem como objetivo mostrar a importância, em situações de ensino/aprendizagem, da mecanicidade dos modelos, no sentido definido pelo filósofo Mario Bunge, no processo de apropriação de explicações sobre os fenômenos térmicos. Para isso partimos de uma análise histórico-epistemológica sobre modelos e estudamos considerações de alunos do ensino médio através de questionários e entrevistas.

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O USO DE EXPERIMENTOS HISTÓRICOS NO ENSINO DE FÍSICA: UM RESGATE DA DIMENSÃO HISTÓRICA DA CIÊNCIA A PARTIR DA EXPERIMENTAÇÃO
Ronaldo César de Oliveira Paula, Cássio Costa Laranjeiras
ronaldocesar2002@yahoo.com.br

As ciências naturais são vistas como ciências empíricas porque a experimentação tem um papel central no processo de produção de novos conhecimentos (Höttecke, 2000). No entanto, a dimensão empírica da prática científica, enquanto constitutiva do conhecimento científico, é pouco explorada nas aulas de física. A exemplo do que acontece com os aspectos históricos e filosóficos, geralmente concebidos como adereços motivacionais ao ensino da ciência, a experimentação científica, que a prática laboratorial representa, permanece ocultada, quando não distorcida. O objetivo deste trabalho é discutir o uso de “experimentos históricos” no ensino de física como estratégia no processo de contextualização e articulação da dimensão histórica do conhecimento científico na sala de aula. Como exemplo desta articulação, sugerimos a reprodução da experiência do Plano Inclinado, extraída da obra Discursos e Demonstrações Matemáticas Sobre as Duas novas Ciências (1638), de Galileu Galilei (1564-1642), onde a lei de queda dos corpos é investigada.

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OS SABERES PRATICADOS SOBRE OS ASTROS PELOS POVOS MESOAMERICANOS E AS NOVAS ABORDAGENS HISTORIOGRÁFICAS EM HISTÓRIA DAS CIÊNCIAS
Marcia Helena Alvim
malvim@ige.unicamp.br

Dentre as manifestações culturais desenvolvidas pelos mesoamericanos, particularmente os nahuas habitantes de México-Tenochtitlán, a partir de seu conhecimento sobre os astros, destacamos seu sistema calendárico. Este estudo pretende apresentar algumas características desse conhecimento astronômico e seus desdobramentos no cotidiano dos pré-colombianos que viviam na região náhuatl da Mesoamérica. Para isso utiliza-se do cronista espanhol Frei Bernardino de Sahagún que relatou estes saberes em sua obra Historia General de las cosas de la Nueva España. Ressaltamos ainda que esta pesquisa se enquadra na perspectiva metodológica da história social da ciência e, por isso, torna-se um debate importante para questões como: o que significa ciência para a nova historiografia, como poderemos analisar o saber produzido por outras sociedades e culturas, como a ciência moderna européia se constituiu como única forma cientifica válida, anulando outros modos de conhecimento; e como abordar este debate historiográfico-metodológico em disciplinas que proponham o tema história da ciência.

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PERCEPÇÕES DE PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS SOBRE A INICIAÇÃO CIENTÍFICA: UMA ANÁLISE A PARTIR DE PIERRE BOURDIEU E THOMAS KUHN
PERRELLI, Maria Aparecida de Souza; GIANOTTO, Dulcinéia Ester Pagani
cidaperrelli@yahoo.com.br

A partir dos conceitos de “prática”, “campo” e habitus de Pierre Bourdieu e “ciência normal” de Thomas Kuhn, foram analisadas as percepções de 40 professores universitários das áreas das Ciências Biológicas e da Saúde a respeito da formação de seus alunos para a pesquisa. Verificou-se que a maioria dos professores procura orientar os acadêmicos para a aquisição do capital específico do “Campo Científico”, a fim de torná-los aptos a obedecer às regras, métodos e processos consagrados pelo campo do qual ele será um dos agentes. Como Campo do Poder, a universidade reflete as idéias de ciência impostas pelos dominantes, formando o habitus científico, produzindo, reproduzindo e conservando o Campo. De forma acrítica, o aluno é preparado para a “ciência normal”.

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PROBLEMATIZANDO O ENSINO DA FÍSICA MODERNA, A PARTIR DAS VÁRIAS
Ligia Valente, Marcília Barcellos, João Zanetic
marcilia@if.usp.br

Esse trabalho destaca a importância da história e epistemologia da Ciência na formação de professores, bacharéis em Física e alunos do Ensino Médio. Trazemos uma reflexão histórica e epistemológica a fim de problematizar a possibilidade de levar ao ensino a teoria gravitacional de Einstein como uma alternativa à introdução da Física Moderna. A proposta é a apresentação das três principais “teorias gravitacionais”. Iniciando com a idéia aristotélica do movimento natural dos graves, seguindo para Galileu e a teoria gravitacional de Newton, chegamos à teoria gravitacional de Einstein (Teoria da Relatividade Geral). Essa abordagem é analisada à luz das lições epistemológicas deixadas por Einstein em seus textos. Fundamentaremos também nosso trabalho nas idéias de Kuhn, evidenciando paradigmas vigentes em cada época, e revoluções científicas que ocorreram quando tais paradigmas ruíram, focando principalmente na crise do final do século XIX em que Einstein inicia o desenvolvimento da Teoria da Relatividade Geral.

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USO DE MODELOS NO ELETROMAGNETISMO: UMA ANÁLISE HISTÓRICA
Cibelle Celestino Silva
cibelle@ifsc.usp.br

Nos últimos anos tem havido um crescente interesse por parte da comunidade de pesquisadores em ensino de ciências sobre o papel dos modelos no ensino de ciências e, em particular, no ensino de física. Há um grande número de trabalhos que abordam esta questão dos mais variados pontos de vista. Apesar de sua grande relevância, muitos estudantes e professores ainda não são capazes de reconhecer o emprego de modelos na construção do conhecimento físico; tampouco de elaborar explicações qualitativas para expressões matemáticas presentes na física. Além disso, em muitos casos, há uma grande confusão entre modelo e realidade. Este artigo analisa alguns aspectos destas questões tomando como exemplo o desenvolvimento histórico da teoria eletromagnética.

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Organização: Roberto Nardi e Oto Borges
Elaboração: Edvaldo Lima da Silva e Sérgio Camargo