ATAS DO V ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS
 

SESSÃO DE COMUNICAÇÕES ORAIS

ÁREA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO EM ESPAÇOS NÃO-FORMAIS E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA

 

 

A CIÊNCIA EM DIFERENTES VOZES: UMA ANÁLISE DE TEXTOS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA
Renata Alves Ribeiro (Mestranda - IFUSP); Maria Regina Dubeux Kawamura (IFUSP)
rribeiro@if.usp.br

Nesse trabalho, procuramos investigar elementos que possam, eventualmente, caracterizar e distinguir os textos de divulgação científica, segundo os diferentes veículos de comunicação em que são publicados. Para tanto, desenvolvemos um instrumento de análise, baseado em categorias referentes ao conteúdo e à forma, e realizamos um estudo de caso, selecionando, como exemplares, matérias do Jornal Folha de São Paulo e da Revista Galileu. Escolhemos como temática a questão do Aquecimento Global, por se tratar de um assunto de destaque e com grande potencial para ser trabalhado nas aulas de Física. Nossos resultados indicam a existência, de fato, de especificidades que distinguem os textos analisados, tendo os artigos de jornal uma temática mais pontual e estrutura menos segmentada, embora sejam menos contextuais. Esses aspectos sugerem diferentes potencialidades para o uso de textos semelhantes em sala de aula, constituindo-se, portanto, em um aspecto que deve vir a ser considerado pelos professores.

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A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NA EDUCAÇÃO ESCOLAR: DISCUTINDO UM EXEMPLO
Paulo Celso Ferrari; José André Angotti; Frederico F. S. Cruz
pcferrari@uol.com.br

Apresentamos alguns critérios de conceituação da literatura de divulgação científica e os utilizamos numa análise do livro O Grande, o Pequeno e a Mente Humana, de Roger Penrose, apontando características que o identificam como material de divulgação científica e outras que o diferenciam. Pretendemos, com este trabalho, incentivar a utilização de material de divulgação científica no contexto da educação formal e esclarecer algumas peculiaridades desta obra em particular, acrescentando elementos de análise que auxiliem os professores interessados em utilizá-la como material de apoio didático.

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A PRODUÇÃO SOBRE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA EM EVENTOS DE ENSINO DE CIÊNCIAS: VISLUMBRANDO TENDÊNCIAS
Tatiana Galieta Nascimento e Suzani Cassiani de Souza
tatianagn@ced.ufsc.br

O presente artigo tem como objetivo mapear os estudos sobre divulgação científica no âmbito do ensino de ciências por meio de uma análise quantitativa. Para tanto, realizamos inicialmente um levantamento de trabalhos sobre divulgação científica que foram apresentados entre os anos de 1997 e 2005 em encontros de ensino de ciências, biologia e física. Nossos resultados mostram que os estudos sobre divulgação científica, em todas as áreas disciplinares investigadas, representam em média cerca de 5% do total dos trabalhos apresentados. Observamos ainda um decréscimo destes estudos nos encontros de ensino e pesquisa em física, enquanto que há uma tendência de aumento dos mesmos nos encontros de pesquisa em educação em ciências (ENPEC). A análise mais detalhada dos temas dos trabalhos indica a escassez de estudos sobre aspectos teóricos e conceituais mais amplos que envolvem a divulgação científica, apontando a necessidade de novas pesquisas na área.

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ANÁLISE DOS TRABALHOS APRESENTADOS NOS ENCONTROS DE DEBATES SOBRE O ENSINO DE QUÍMICA DE 1999 A 2003
Cristiane Andretta Francisco e Salete Linhares Queiroz
andretta@iqsc.usp.br

Este trabalho analisa os resumos apresentados nos Enscontros de Debates Sobre o Ensino de Química realizados no período de 1999 a 2003. Os resumos são estudados em função dos seguintes aspectos: ano de apresentação, local de produção da pesquisa, nível de escolaridade abrangido nos trabalhos e o foco temático do estudo.

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APRENDIZAGENS EM BIOLOGIA A PARTIR DA VISITA AO MUSEU DE ZOOLOGIA
Martha Marandino (FEUSP), Mirian D. Marques (MZUSP), Elisabeth Zolcsak (MZUSP), Antônio Carlos Amorim (FEUNICAMP), Silvia L. F. Trivelato (FEUSP), Márcia Fernandes Lourenço (MZUSP), Cristina Barão (FEUNICAMP)
marmaran@usp.br

A dimensão da comunicação e o projeto educativo nos museus de ciências têm trazido o público para o centro do palco, foco dos investimentos e das investigações no campo da educação em museus. Este trabalho, parte de uma pesquisa inter-institucional realizada pela FEUSP e Museu de Zoologia da USP e financiada pelo CNPq, possui como focos teórico-metodológicos: 1) o estudo das interações discursivas com intenção de compreender aspectos relativos aos processos de aprendizagem em museus de ciências e 2) a compreensão sobre qual biologia/zoologia o público apreende ao visitar o Museu de Zoologia, ou seja, quais “percursos” o público reconstrói e que relações estabelece entre biologia e cultura a partir desta experiência. A pesquisa encontra-se na fase de levantamento da literatura sobre o tema e de finalização do desenho metodológico para início da coleta de dados. Apresentamos aqui, além dos aspectos metodológicos, uma breve revisão bibliográfica e algumas considerações gerais.

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AVALIAÇÃO DE IMPRESSOS SOBRE DOENÇAS PARASITÁRIAS POR ESTUDANTES DE DIVERSOS NIVEIS DE ENSINO.
Valéria Trajano, Antönio José da Silva Gonçalves, Frederico Roesberg Mendes Barros, Tânia Araújo-Jorge e Helene Santos Barbosa
helene@ioc.fiocruz.br

Visiting public libraries and getting into contact with information print outs are regular practices in science education. The library of Fundação Oswaldo Cruz offers a wide range of print outs. In this study, students of a private institution of education in Rio of Janeiro evaluated six print outs covering parasitic diseases: malaria, schistosomiasis, scabiosis, Chagas disease, filariasis and toxoplasmosis. Using a semi-structured questionnaire were evaluated the content of each matter in the print outs, their graphic format, the language, the technical terms, and the cognitive improvement. The students reported difficulties related to understanding the subject and highlighted the need of inserting images in the print outs. We suggest a revision in the process of production of this type of print out and the special attention of teachers to introducing scientific language to the students.

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CENTRO DE CIÊNCIAS E SUA INSERÇÃO NAS CLASSES POPULARES
Grazielle Rodrigues Pereira, Maura Ventura Chinelli, Robson Coutinho Silva
pereira.grazielle@ig.com.br

Este artigo descreve a importância dos museus de ciências ao longo da história e apresenta um breve relato de sua evolução até o surgimento dos atuais centros e museus de ciências. Destacamos que estes centros atuam como coadjuvantes no processo de inclusão social, pois fornecem subsídios para ampliar a alfabetização científica e a busca da sociedade pelo conhecimento. Contudo, as camadas mais baixas da população têm dificuldade de acesso à informação, o que tem limitado seu acesso aos centros e museus de ciências. Neste trabalho apresentamos também o resultado de uma pesquisa com alunos das classes populares, retratando o grau de inserção dos centros e museus de ciências nesses ambientes.

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CONSUMIDORES & CONSUMIDORAS: PROBLEMATIZANDO AS RELAÇÕES DE CONSUMO E SUAS INSCRIÇÕES NOS CORPOS DOS/AS ADOLESCENTES
Raquel Pereira Quadrado e Paula Regina Costa Ribeiro
raquelquadrado@yahoo.com.br

O presente trabalho refere-se à pesquisa de mestrado que venho desenvolvendo, na qual busco investigar como a cultura consumista é inscrita nos corpos dos/as alunos/as. Para proceder tal pesquisa, examino narrativas de alunos/as do Ensino Médio, coletadas a partir da metodologia de grupo focal, sobre suas vivências na adolescência envolvendo as questões de corpo e consumo. Problematizo o corpo como uma construção histórico-cultural, resultante das diversas maneiras com que ele tem sido narrado, pensado, interpretado e vivido, ao longo do tempo, pelas diferentes culturas. Questiono a constituição dos corpos e das identidades, discutindo as relações de consumo, a influência dos artefatos culturais e as conseqüências do consumo desenfreado sobre o ambiente. Nesse estudo, estabeleço conexões com os Estudos Culturais, nas suas vertentes pós-estruturalistas. Palavras-chave: consumo – adolescentes – corpos - cultura.

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EDUCAÇÃO AMBIENTAL: CONCEITOS E AÇÕES DE IDOSOS DO GRUPO RENASCER EM SÃO JOSÉ DE ALMEIDA, JABOTICATUBAS, MG
Érica S. Miranda; Celina M. Modena; Virgínia T. Schall
miranda@cpqrr.fiocruz.br

A educação ambiental (EA) pode agregar conhecimentos a todas as faixas etárias, fortalecendo uma consciência ambiental em dimensão coletiva. Foi objetivo desta pesquisa investigar conhecimentos e ações da EA de idosos no grupo da terceira idade do Distrito de São José de Almeida, área rural de Jaboticatubas, MG. Em uma abordagem quanti-qualitativa, foram realizadas entrevistas semi-estruturadas, questionário sócio-econômico e oficinas sócio-educativas. A análise de conteúdo apontou para uma construção de conceitos sobre meio ambiente ancorados em aspectos relevantes da história pessoal dos idosos. As representações sobre o contexto ambiental estão embasadas em conhecimentos empíricos e experiências locais. Para este grupo, a preservação do ambiente está associada a valores e princípios de conservação da terra para a subsistência. O conhecimento sobre o que pensam e como agem os idosos, em relação às questões ambientais, permitirá elaborar materiais educativos que possam gerar debates e multiplicar a atenção para o aspecto aqui estudado.

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IDÉIAS SOBRE GENE EM REVISTAS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E EM GLOSSÁRIOS VIRTUAIS
Tânia Goldbach, Charbel El-Hani e Roberto Cintra Martins
tania@cefeteq.br

Este trabalho trata da análise das idéias sobre gene contidas em matérias de revistas de divulgação científica brasileiras representativas (Ciência Hoje, Galileu e Super-Interessante) e em glossários existentes na Internet. Damos atenção especial a elementos relativos ao paradigma interacionista, e destacamos diferentes metáforas utilizadas nas matérias analisadas. O trabalho traz contribuições empíricas para os debates atuais no campo da filosofia da biologia sobre o conceito de gene e elementos para a discussão sobre como este conceito deve ser abordado na educação científica. É reconhecida a necessidade cabal dos espaços escolares e de divulgação científica tratarem diretamente desta questão, uma vez que o conceito molecular clássico de gene (CMCG) é ainda o predominante nestes espaços. Tal enfoque favorece uma abordagem simplificadora do papel dos genes nos sistemas genômicos e celulares, no desenvolvimento e na relação genótipo-fenótipo, levando a uma apreensão pouco crítica das possibilidades de manipulação e intervenção no material genético.

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JORNALISMO CIENTÍFICO: UM ESTUDO DE CASO DE TRÊS JORNAIS BRASILEIROS
Luis Henrique Amorim & Luisa Massarani
luis@jornaldaciencia.org.br

O objetivo deste estudo é mostrar um panorama de como vem sendo realizada a cobertura de temas da ciência em jornais brasileiros, bem como traçar comparações entre as publicações estudadas. Trata-se de um estudo de caso, em que nos concentramos nos seguintes periódicos: O Globo, Folha de S. Paulo e Jornal do Commercio, de Pernambuco. Os dois primeiros estão entre os de maior circulação no país; o jornal pernambucano foi escolhido por privilegiar a pesquisa regional fora do eixo Rio-São Paulo. Foram analisadas todas as reportagens publicadas na editoria de Ciência durante o mês de abril em 2004 nas três publicações. No total, foram coletados 215 textos. A metodologia de estudo do objeto conjuga análise quantitativa e qualitativa. Acreditamos que estudos como este fornecem subsídios para estimular o aperfeiçoamento da cobertura jornalística de temas de ciência.

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METODOLOGIA DE PROJETOS E AMBIENTES NÃO FORMAIS DE APRENDIZAGEM: INDÍCIO DE EFICÁCIA NO PROCESSO DO ENSINO DE BIOLOGIA.
Cacilda Lages Oliveira e Dacio Guimaraes de Moura
clo-@terra.com.br

Este trabalho refere-se a um projeto interdisciplinar de Biologia e Geografia, intitulado Trilhos Marinhos, realizado em parte, nos trilhos da estrada de Ferro Vitória a Minas e em uma estação de Biologia Marinha, com estudantes da 2ª. Série do Ensino Médio do colégio Logosófico Gonzalez Pecotche de Belo Horizonte. A principal questão que subsidiou esta pesquisa foi a de identificar aspectos que caracterizassem os dois ambientes como não formais de aprendizagem e as suas contribuições para a educação formal. Nesta prática, destacamos indícios que apontam os ambientes não formais de aprendizagem como um fator de motivação, contextualização dos conteúdos curriculares e educação estética, no processo ensino e aprendizagem. Foram utilizados como instrumento para coleta de dados: observação direta, questionário e entrevista semi estruturada com os alunos.

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O ENSINO DE CIÊNCIAS NA CLASSE HOSPITALAR: IDENTIFICAÇÃO DA LITERATURA E ANÁLISE DA TEMÁTICA PRESENTE NOS ARTIGOS.
Debora dos Santos e Adriana Mohr
amohr@matrix.com.br

A Classe Hospitalar tem sido um espaço pouco explorado pela pesquisa em educação em ciências apesar da importância deste espaço educacional não tradicional. Uma das dificuldades que encontra o pesquisador interessado em pesquisar o tema do ensino na Classe Hospitalar é a falta de trabalhos de revisão sobre o tema aliada a uma bibliografia que se estende por distintas áreas de conhecimento uma vez que o tema é originalmente multidisciplinar. O presente trabalho objetiva apresentar, a partir da revisão de periódicos nacionais e estrangeiros, uma visão dos trabalhos de pesquisa produzidos sobre o assunto Classe Hospitalar. Para tanto se elaborou um conjunto de itens que permitiu realizar uma análise temática da produção bibliográfica neste campo. Os resultados mostram uma produção bibliográfica já bastante ampla tanto na área educacional quanto na área da saúde. Palavras-chave: Educação científica, Ensino de ciências, Classe Hospitalar, Identificação de literatura.

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O PRINCÍPIO DE AÇÃO E REAÇÃO EM UMA ABORDAGEM ASTRONÁUTICA: UMA PROPOSTA DE TRABALHO EM EDUCAÇÃO ESPACIAL
Norma Teresinha Oliveira Reis e Nilson Marcos Dias Garcia
nilson@cefetpr.br

Neste trabalho são relatados os resultados de uma pesquisa realizada junto a alunos do Ensino Fundamental, que teve como objetivo motivar e utilizar elementos da exploração espacial para facilitar a compreensão de um assunto científico específico e propiciar conhecimento sobre as atividades astronáuticas. Participaram do experimento doze alunos e dois professores do Ensino Fundamental público e a metodologia utilizada foi a das atividades hands-on, na qual os alunos participam ativamente da reconstrução do princípio estudado, no caso, o da ação e reação. Os resultados permitiram inferir que a realização de atividades em Educação Espacial podem se caracterizar como experiências ricas em significados que contribuem para o processo de ensino-aprendizagem e facilitam a compreensão de conceitos das áreas de ciência, tecnologia e afins, de forma interdisciplinar.

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OS DESAFIOS DA DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA SOB O OLHAR EPISTEMOLÓGICO DE GASTON BACHELARD
Marcelo Valério
marcelo_valerio@terra.com.br

O presente ensaio tem por objetivo discutir alguns dos principais desafios da prática de divulgação científica através de um olhar epistemológico. Para tal, estende as contribuições de Gaston Bachelard ao ensino de ciências à área da divulgação científica, a fim de avaliar seu potencial educativo. Apresenta a concepção bachelardiana de conhecimento científico, sua noção de obstáculos epistemológicos e, principalmente, suas ponderações sobre o problema da simplificação da ciência. Constrói assim, um discurso sobre os limites e possibilidades das práticas de divulgação científica e de seu papel na formação dos cidadãos.

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OS ESTRATAGEMAS NATURAIS COMO INSTRUMENTO PARA ELABORAÇÃO DE TRILHAS E PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL
REINALDO FIUMARI JÚNIOR E MARÍLIA FREITAS DE CAMPOS TOZONI-REIS
redamb@bol.com.br

Raramente são estudados os estratagemas de sistemas naturais brasileiros, e são eles quem nos permitem transmitir uma compreensão profunda da coexistência da biodiversidade. Com essas preocupações, realizou-se um levantamento dos estratagemas do Cerrado, nas Fazendas Trijunção/BA, no Horto Florestal de Assis/SP e ainda da Mata Atlântica, no Vale do Taquari e na Região Sul do RS, utilizando-se os dados obtidos na produção de trilhas não-taxonômicas e não-analíticas e atividades práticas com crianças e adolescentes, sendo realizados acantonamentos e saídas de campo, onde foram produzidos diversos tipos de materiais e realizadas diversas atividades, que estimularam o desenvolvimento do espírito crítico e da noção de grupo, respeitando sempre a vontade e o entusiasmo dos participantes. Pôde-se observar um aumento significativo do interesse do grupo em participar ativamente de trabalhos que tenham como finalidade a proteção e o contato com a natureza, além de uma maior facilidade na assimilação dos temas abordados.

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UM OLHAR AMPLO SOBRE OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO EXEMPLIFICADO PELA ANÁLISE DE UMA MATÉRIA DE REVISTA SOBRE BIODIVERSIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Harlei Alberto Florentino
harleif@uol.com.br

Temas como meio ambiente e desenvolvimento sustentável estão presentes tanto na escola como nos meios de comunicação. A ciência perpassa de várias maneiras tais temas, sendo por isso importante analisar de que forma se insere na produção de discursos e de que maneira esses são determinados por aspectos históricos e ideológicos. Partindo-se do fato de que os alunos estão expostos a discursos que contêm elementos do ensino de ciências em ambientes que não são os escolares, e pressupondo que determinadas concepções podem ser construídas a partir desse contato, justifica-se a necessidade de analisá-los. Este trabalho contém uma análise de uma matéria da revista Veja com base nos pressupostos do interacionismo social. São considerados aspectos de linguagem, dos discursos e relações de poder, da razão e dos mitos. Palavras-chaves: desenvolvimento sustentável, interacionismo social, análise do discurso, mito, meios de comunicação.

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UTILIZAÇÃO DE TEXTOS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA SOBRE A TEORIA DO CAOS NA EDUCAÇÃO
Paulo Celso Ferrari; José André Angotti; Marcelo H. R. Tragtenberg
pcferrari@uol.com.br

Defendemos a utilização de publicações destinadas à divulgação científica como material de apoio na compreensão de conceitos científicos contemporâneos na formação inicial ou continuada de professores. Ilustramos a validade desta proposta reunindo diversas citações onde os autores apresentam diferentes abordagens sobre um mesmo conceito. Pode-se observar que a contribuição dada por essas publicações ultrapassa a mera definição do conceito justamente por ser direcionada ao público leigo. Para este trabalho selecionamos três conceitos associados à Teoria do Caos: sensibilidade às condições iniciais, atratores estranhos e fractais. Trata-se de uma teoria inaugurada no início dos anos sessenta mas que continua tendo aspectos controvertidos com margem a algumas confusões entre seus principais conceitos.

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Organização: Roberto Nardi e Oto Borges
Elaboração: Edvaldo Lima da Silva e Sérgio Camargo